Dilma vai depor como testemunha na Operação Lava Jato

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O juiz Sérgio Moro agendou nesta quarta-feira as audiências de 87 testemunhas de defesa dos 14 réus do processo da Lava Jato contra o ex-ministro Antonio Palocci.

Entre os convocados está a ex-presidente Dilma Rousseff, que está na lista da defesa do empreiteiro Marcelo Odebrecht e falará a Moro em Porto Alegre, por videoconferência, no dia 24 de março. Será uma das últimas desta série de audiências, que vai de 17 de fevereiro até a data em que Dilma vai depor.

Esta ação penal da Lava Jato tem vários réus emblemáticos da operação. Além de Palocci e Odebrecht, estão no grupo o casal de marqueteiros João Santana e Mônica Moura, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari e o ex-diretor da Petrobras Renato Duque.

Outros políticos e  figuras conhecidas foram chamados pelos acusados. Pela defesa de Marcelo Odebrecht, falarão nomes como o pai dele e patriarca do grupo, Emílio Odebrecht, os ex-ministros Jaques Wagner (PT) e Guido Mantega e os ex-presidentes da Petrobras Sérgio Gabrielli e Graça Foster.

Palocci arrolou os banqueiros Murilo Portugal e Fabio Barbosa, o empresário Jorge Gerdau, o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardoso e o ex-senador e atual vereador de São Paulo Eduardo Suplicy (PT). A senadora Marta Suplicy (PMDB) foi chamada por Branislav Kontic, ex-assessor de Palocci.

Moro pediu também que 10 senadores e deputados federais do PT, arrolados por Odebrecht, Palocci e Kontic, escolham o dia para darem depoimento entre três datas no fim de março.

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