Avó da criança desaparecida diz que todo dia ora pra Deus trazê-la de volta

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Oito dias após o desaparecimento da menina Gabrielly Gomes Santana, 7 anos, na cidade de Feira de Santana, é geral o sentimento de tristeza e apreensão na família da criança. Gabrielly foi vista pela última vez na porta da casa da avó, no condomínio Solar da Princesa, no bairro Gabriela, por volta das 9h30 do último sábado (21).

Em entrevista, a avó da criança, Maria Glória Costa Gomes, 57 anos, disse que foi muito rápido o momento do desaparecimento. “Eu tinha ido lavar o banheiro e ela ficou na escada na frente da casa brincando. Eu disse para ela não sair. Pouco tempo depois chamei por ela e Gabrielly não respondeu. Então eu fui na porta e só vi as sandálias e o brinquedo na minha neta. Nessa hora me desesperei”, lamentou a avó.

Dona Glória disse ainda que a todo momento reza para a neta voltar para casa. “Toda hora estou orando e pedindo a Deus para que ele possa trazer minha neta de volta. Aqui está todo mundo triste e arrasado”, disse. Na última quinta-feira (26), familiares e pessoas solidárias se reuniram no centro de Feira em uma manifestação de apoio à família da criança.

Segredo de Justiça

De acordo com a delegada Dorean Soares, da 1ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin/Feira de Santana), já existe uma linha de investigação para o desaparecimento da menina. No entanto, para não atrapalhar as investigações, esta é mantida em segredo de Justiça. “O que a gente tem não pode adiantar para imprensa. A investigação está sob sigilo e já temos uma linha de investigação. Esperamos trazer o quanto antes Gabrielly de volta para o convívio da família”, afirmou a delegada.

Relembre o caso
Gabrielly desapareceu na manhã do último sábado, enquanto brincava na porta da casa da avó. De acordo com a delegada Dorean, na tarde do mesmo dia os pais da menina registraram queixa. “O caso está sendo investigado pela 2ª Delegacia Territorial em parceria com a Coordenadoria. Estamos com duas equipes trabalhando exclusivamente nessa situação”, disse a delegada. A mãe da criança, a babá Jeisa Gomes, 30 anos, estava no trabalho quando soube do desaparecimento da filha. Na tarde de segunda-feira (23), ela compareceu à 1ª Coorpin para prestar depoimento.

Veículo suspeito
De acordo com o padrasto de Gabrielly, Moisés Evangelista, 38 anos, vizinhos relataram ter visto um carro suspeito rondando o condomínio onde ocorreu o desaparecimento. “Os vizinhos disseram que um Corsa de cor prata estava passando pela rua da avó de Gabrielly e que após passar em frente da casa ele fez o retorno e parou próximo da criança”, disse Moisés. O padrasto de Gabrielly, no entanto, disse que os vizinhos não viram se alguém do carro pegou a criança.

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