Ajude: Criança faz apelo e emociona nas Redes. Tratamento depende de Ajuda.

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Vamos ajudar kevim, de família carente, uma criança incrivelmente sensível, e fazer este vídeo chegar nas mãos das pessoas que podem ajudar tanto em Florianópolis em em São Paulo ou no Ministério da Saúde. Mas se algum programa de Televisão quiser ajudá-lo. Vamos lá!

O Tribuna de Lauro de Freitas encampa essa Campanha de Kevim e lhe pede o máximo de Compartilhamento para que sua Voz seja ouvida. Assista ao vídeo. E a seguir entenda a Doença:

A coluna vertebral apresenta um padrão linear quando vista no plano frontal. Normalmente, quando avaliada no plano lateral, é possível observar duas curvas naturais: para trás na área do tórax é chamada cifose, e para frente na área da lombar é denominada lordose. Quando visto de cima para baixo, todas as vértebras devem estar alinhadas umas com as outras.

No entanto, a alteração deste alinhamento no plano frontal com curvatura maior do que 10° é chamada Escoliose. Na verdade, a escoliose não é apenas uma curva no plano frontal, mas sim uma rotação das vértebras que acaba culminando em alterações de todos os planos da coluna. Quando vista de cima para baixo, a escoliose apresenta as vértebras envolvidas na curva rodadas em relação umas as outras, o que pode determinar, além de rotação da coluna, deformidades das costelas, tórax, cintura escapular e pelve.

A escoliose é uma condição com influencia genética comprovada, que pode aparecer em mais de um membro da mesma família, na mesma ou em diferentes gerações. Não é causada por qualquer coisa que os pais ou os filhos tenham feito ou deixado de fazer. Também não é causada por má postura ou por carregar peso nas costas. A escoliose é uma doença da coluna, que geralmente aparece durante a adolescência, mas também pode acontecer em outras épocas da vida.

DIFERENTES TIPOS DE ESCOLIOSE

Existem muitas causas para a escoliose, mas cerca de 80% a 85% dos jovens com essa patologia apresentam escoliose Idiopática, ou seja, que a ciência ainda não descobriu a causa. Escoliose idiopática pode afetar os membros de uma mesma família tendo então associação genética e fatores hereditários. Entretanto, ainda não se sabe o porquê do desenvolvimento das curvaturas da coluna, e também porque algumas curvas progridem mais do que outras. A escoliose pode ocorrer em crianças perfeitamente saudáveis e geralmente acomete as meninas com frequência de 5 a 8 vezes maior do que nos meninos. A escoliose também pode ocorrer devido a doenças neurológicas e musculares tais como paralisia cerebral, distrofia muscular e poliomielite. Estes tipos são chamados de Escolioses Neuromusculares, e têm um comportamento completamente diferente das curvas escolióticas Idiopáticas. Além disso, existem outras possíveis causas de escoliose: Anomalias na formação ou da divisão das vértebras que se apresentam desde o dia do nascimento, chamadas Escolioses Congênitas. Além dessas causas já apresentadas, doenças do tecido conjuntivo como, por exemplo, a síndrome de Marfan e/ou anomalias cromossômicas como a síndrome de Down, etc., também podem cursar com escoliose, sendo consideradas Escolioses Sindrômicas, de frequência ainda menor. Quando a escoliose não é severa o bastante, pode passar despercebida pela fase da adolescência, ou ainda, ser acompanhada pelo médico e não apresentar progressão que necessite intervenção cirúrgica. Nestes casos, quando entramos na fase adulta, pela parada do crescimento, a maioria das curvas tende a não mais incomodar e permanecerem estáveis com nenhuma, ou pouca progressão. Entretanto, em algumas pessoas, as curvas podem progredir devido à degeneração e causar dor, seja por desgaste dos discos intervertebrais ou por compressões de raízes nervosas, interferindo nas atividades diárias dos pacientes. Em alguns casos mais graves, pode alterar a capacidade de respiração, pela deformidade do tórax e diminuição do espaço para os pulmões. Nestes casos, indica-se a correção destas deformidades, mesmo na fase adulta. A presença de osteoporose também pode causar aumento rápido das curvas pela alteração do formato dos ossos. Portanto, a prevenção da osteoporose e o reforço muscular são muito importantes nas pessoas com escoliose. A escoliose em adultos pode ser a progressão de uma deformidade que não foi diagnosticada na adolescência. Ela também pode ser causada pela degeneração dos discos da coluna vertebral e de suas articulações em uma coluna previamente sadia, como resultados típicos do avanço da idade. Essa patologia é conhecida como Escoliose Degenerativa do Adulto. Durante a adolescência a escoliose geralmente não produz dor, e pode, portanto, ser difícil de detectar. Portanto a escoliose pode estar presente por vários anos antes de ser notada pela criança ou pelos familiares. Uma das maneiras mais fáceis de detectar a presença destas curvas e observar a assimetria do corpo das crianças, durante o desenvolvimento. Geralmente o ato de abaixar-se para frente com as pernas esticada realça a presença das assimetrias podendo ser percebido como um lado mais alto do que o outro chamamos isso de Giba. A coisa mais importante é que o médico examine a criança regularmente até o final do crescimento, pois a escoliose pode aparecer em qualquer idade durante o desenvolvimento, até o final da adolescência. As curvaturas tendem a progredir durante os estirões de crescimento da criança, por isso geralmente o diagnostico das meninas e feito em idade inferior ao dos meninos, pois as meninas geralmente entram na puberdade mais precocemente, e nesta fase ocorre o último estirão de crescimento das crianças.

ESCOLIOSE TEM CURA?

Tem Tratamento. Atualmente não existem medicamentos para tratamento das escolioses, nem suas causas são evitáveis. Quando a escoliose é diagnosticada por um profissional de saúde, estes pacientes devem ser encaminhados para um especialista em cirurgia de deformidades, para avaliação e tratamento, que pode incluir apenas uma avaliação radiológica regular, para acompanhar a progressão da curva, o uso de órteses (coletes externos) corretivos, para evitar a progressão até formas mais graves, ou ainda se necessário, realizar a correção cirúrgica destas curvas.

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